Meu processo ARTETERAPÊUTICO

Hoje, 11 de abril, vivi um momento muito bacana na minha terapia. Uma técnica semelhante à Caixa de Areia - Sandplay - porém sem a areia. Trata-se de uma arrumação realizada numa caixa com fundo branco, na qual organizamos um material preveamente selecionado por nós (bonecos e miniaturas). Amei! Ao final, foi solicitado pela minha terapêuta que produzisse um texto, o qual segue:

EU QUERO REALIZAÇÕES
VIDA APÓS VIDA
RECOMEÇAR
MERGULHAR NO MAR
E CONQUISTAR A PÉROLA, O MUNDO
QUERO REALIZAR MEUS SONHOS
E AJUDAR AS PESSOAS A SE REALIZAREM
CONCRETIZAÇÕES
REALIDADE BOA
AMOR
LUZ
COMPREENSÃO
 PARTILHA
GIRAR COMO UMA BAILARINA BEM ACOMPANHADA
NÃO FICAR MAIS NO ONTEM
VIVER O HOJE
TRANSFORMAR O AMANHÃ
NUM DOCE E FELIZ PRESENTE





Muito legal participar desses momentos, pois são mobilizadores do nosso processo de individuação. A IV Noite Arteterapêutica foi uma oficina de ludicidade, onde Mila, minha colega de pós utilizou a técnica do batik em papel. Partindo do todo, fomos especificando e adentrando no nosso EU. Para mim, houve a necessidade de voltar à ampliação, ao início, ao caos, no final, coisa que não compreendi. Só após a vivência com Cristina Lopes, percebi que isso fazia parte do meu processo de desconstrução, pois ao final da 1ª vivência, registrei uma imagem muito semelhante à da oficina de Mila, como poderá ser visto agora:

1. Rabisco livre

2. Isolar o q mais gostou

3. Ampliar o fragmento

4. Aprimorar o fragmento escolhido

5. Pasta - retorno ao rabisco


6. Resultado da vivência com o objeto relacional


Bem, foi muito prazeroso voltar a rabiscar. Uma libertação para mim!